Bom, voltando aos grandes filmes, o texto que se segue, eu tenho certeza disto, não vai fazer jus nem a 10% do que o filme realmente é, afinal até agora ainda não recuperei toda a minha integridade e nem a minha respiração depois de assistir a esta produção.O filme em questão foi esperado e esperado e extremamente aguardado por meses. Os trailers e os teasers foram extremamente bem elaborados e o filme fez jus a absolutamente tudo que eles prometiam e mais um pouco. Afinal de conta, como seria o nosso mundo se ele fosse controlado por vampiros?
Em Eu sou a lenda uma cientista, através de engenharia molecular e modificação de DNA, descobre a cura para o câncer. Ela modifica e estrutura do vírus do sarampo e com isso consegue reduzir a proliferação de células cancerígenas, eliminando a doença. O único problema é que o vírus que age como cura sofre uma modificação, uma espécie de evolução e todos os pacientes que foram tratados com ele começam a desenvolver sintomas que são associados ao vampirismo. Os pacientes se tornam fotossensíveis, demonstram interesse por sangue e evitam contato humano. Em poucos meses esse vírus começa a se espalhar pelo ar e com isso começa uma infecção generalizada e mundial.
Nosso cientista militar começa a trabalhar numa cura até que depois de meses resta apenas ele e sua cadela na cidade de Nova Iorque, ele e algumas centenas de vampiros. Depois de meses a procura de sobrevivente ele encontra uma brasileira e um garoto e juntos eles continuam a procura pela cura, até que em uma noite a casa é atacada por criaturas da noite e ele se sacrifica pelo garoto, pela brasileira e pela cura que ele tão desesperadamente procurava.
Bom, não posso negar que a frase “o último homem na Terra não está sozinho” tem um grande impacto, mas o filme em sua totalidade causa um impacto maior ainda e realmente vale a pena assistir.
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