terça-feira, março 18, 2008

E em meio a Alta costura francesa. . .

Quem não passa por problemas com o chefe? Todo mundo, inclusive eu, na verdade, às vezes gostaria muito de estrangular meu chefe, e isso seria estranhamente prazeroso, mas voltando a produção da vez, neste caso em específico se trata de uma chefinha muito, muito, muito chata.
Em O diabo veste Prada temos a representação da supra – sumo em chatice como chata. Aqui ela é a editora chefe de uma revista de moda de circulação nacional, a Runway, o personagem Miranda Priestly se torna cativante a partir do momento que é metódico e extremamente exigente. A história gira em torno de uma garota, Andréa, que consegue o trabalho dos sonhos de toda garota americana, só que não o dos sonhos dela. A partir do momento em que passa a trabalhar para Miranda sua vida vira um inferno, na verdade, sua vida passa a pertencer a Miranda. Andréa não tem mais tempo para s amigos, para o namorado e nem mesmo para os próprios pais. Em meio a tanta pressão psicológica nossa querida heroína começa a se deixar levar pelo glamuroso mundo da moda, até que quando chega a Paris descobre que talvez este mundo não seja assim tão glamuroso. Em meio a uma paixão de ocasião e a quase perda de seus amigos nossa heroína terá uma grande decisão a tomar, ir em frente na carreira de assistente ou ter uma vida que a pertença. O filme se desenrola em meio a modelos e grandes desfiles de alta costura francesa, o que o legitimiza. Uma produção bem elaborada e bem resolvida que eu recomendo se você quer dar boas risadas.

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